A nova regulação societária está elevando o padrão de governança das empresas brasileiras

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As recentes atualizações em regras de administração, demonstração documental e deveres fiduciários colocam a governança no centro das decisões estratégicas, especialmente em empresas familiares, grupos empresariais e negócios em expansão.

O movimento é consistente com tendências de mercado: um levantamento recente mostrou que 68,2% das companhias abertas no Brasil já adotam práticas recomendadas de governança corporativa, com fortalecimento de conselhos e órgãos de controle, embora sucessão de CEOs e atualização dos planos de sucessão ainda avancem de forma mais lenta.

Nesse cenário, a revisão de políticas internas, acordos de sócios e fluxos de deliberação torna-se essencial para prevenir responsabilizações, aumentar segurança jurídica e garantir eficiência operacional em um ambiente regulatório mais exigente.

As escolhas feitas agora influenciarão diretamente o nível de exposição a riscos, a robustez das estruturas societárias e a capacidade de crescimento sustentável nos próximos anos.